O futuro do aço: ligas Furlan que prolongam a vida útil das máquinas
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O cotidiano da mineração é marcado pela constante busca de maior tempo de operação, aliando eficiência e produtividade. Quando um equipamento para devido à falha prematura de peça de desgaste, o prejuízo vai além do custo do componente; impactando diretamente a lucratividade da empresa.
Por isso, os melhores resultados no beneficiamento de rochas são obtidos em operações que usam aços fundidos que equilibram dureza e tenacidade. São ligas que reduzem, por exemplo, o Custo Total de Propriedade (TCO) e aumentam a disponibilidade das máquinas.
Nesse artigo, vamos explicar o que é TCO e mostrar os diferenciais da Máquinas Furlan na área de ligas metálicas. Revestimentos utilizados na moagem e mandíbulas em britadores tiveram vida útil ampliada após projetos desenvolvidos pelo time Furlan.
Evolução da composição: do carbono às ligas de alta performance
O aço é o “coração” da operação em uma empresa de mineração. Essa percepção ganhou, nas últimas décadas, cada vez mais força. Ao mesmo tempo, a entrega de produtos aos clientes deve ser acompanhada de eficiência operacional, produtividade e menores custos.
Nesse cenário, as mineradoras perceberam que “aço não é tudo igual”, nem que que se trata de uma “commodity”, na qual o que vale é apenas o menor preço por quilo.
Com isso, a Engenharia acelerou a transformação de materiais. A composição do aço passou a ser visto como um componente estratégico de alta performance. A solução mais comum, o famoso aço manganês padrão (Hadfield), mantém sua relevância, mas perde espaço devido às suas limitações técnicas.
A peça feita com Hadfield depende exclusivamente do encruamento e do impacto constante para "ganhar dureza". Quando o impacto é irregular, o desgaste se intensifica e exige mais trocas.
A transformação tecnológica veio com o refinamento de grãos na fundição. A adição controlada de alguns elementos aprimora a produção do aço. O Cromo (Cr) e Níquel (Ni) aumentam a resistência à corrosão e ao desgaste, enquanto o Molibdênio (Mo) contribui para a redução de trocas de peças em britadores.
O dilema das mineradoras: atualização versus prejuízo
O avanço na liga melhora a tomada de decisão das empresas, inclusive na questão financeira. Porém, no momento da escolha, muitas empresas de médio porte ainda focam no custo imediato da peça, o que traz o risco de prejuízos.
Mas é importante destacar que a mineração moderna requer o cálculo sobre o Custo Total de Propriedade (a sigla TCO, em inglês). Uma liga obsoleta pode até representar economia na compra, mas expõe a planta a 3 riscos “invisíveis”:
1. Custo de oportunidade: é quando percebemos que o valor de uma peça de desgaste é irrisório perto do prejuízo causado por uma planta parada. Uma hora de interrupção pode custar dezenas de milhares de reais em faturamento perdido.
2. Manutenção reativa: ligas inferiores têm um Tempo Médio Entre Falhas (MTBF) significativamente menor. Isso resulta em mais paradas de equipe, maiores riscos durante içamentos e mais trocas de turno voltadas para reparos, e não para a produção.
3. Segurança do trabalho: ligas sem a tenacidade adequada estão mais sujeitas a falhas com alto potencial de risco. Nessas situações, a quebra em britadores ou moinhos pode projetar fragmentos e causar acidentes graves.
O diferencial da Máquinas Furlan que gera menor consumo de energia
A equipe de Engenharia da Máquinas Furlan avalia que manter ligas de alta performance em estoque, é uma escolha técnica, mas também financeira. No cenário atual, a lucratividade depende da disponibilidade física das máquinas.
Ainda há a sustentabilidade. Menos trocas de peças significam redução no consumo de energia, maior eficiência no transporte logístico e menor descarte de sucata. A eficiência do aço é um pilar da chamada “mineração verde”.
A Máquinas Furlan não é apenas uma fundição ou montadora; é uma provedora de soluções em desgaste. A empresa investe em pesquisa e desenvolvimento, com laboratórios próprios para análise metalográfica e ensaios de dureza. Assim, garante que a liga entregue seja exatamente a especificada para o tipo de minério do cliente.
A customização é outro diferencial. A Furlan ajusta a liga conforme a aplicação, como os casos em que o minério é mais abrasivo, a exemplo do quartzo, ou quando gera mais impacto, como o granito.
Se necessário, a Engenharia de Aplicação da Furlan também acompanha o desgaste em campo, coletando dados para otimizar não apenas o design da peça, mas também o material.
Os projetos Furlan geram resultados comprovados. Na britagem de rochas abrasivas, as mandíbulas produzidas com ligas Furlan têm vida útil até 30% superior. Já as ligas de Cromo permitiram ciclos de produção muito mais longos antes da substituição, em revestimentos internos de moinhos.
A Furlan também adota a simulação digital de desgaste. Softwares auxiliam na previsão do comportamento da liga antes mesmo da fundição. Um deles adota o método de elementos discretos (conhecido pela sigla DEM, em inglês).
Então, é hora de conversar com a equipe Furlan. Conte, por exemplo, qual o principal desafio na sua planta: o desgaste por abrasão ou por impacto? A Furlan indicará a melhor solução.
Clique aqui e vamos marcar uma reunião.